Arquivar dezembro 2018

A falta de vitamina d causa o que no organismo

 

À medida que o verão avança, certifique-se de aproveitar ao máximo os dias de sol e aumentar seus níveis de vitamina D; Esse nutriente está ligado a muitos aspectos importantes da saúde. Pesquisas recentes chegaram a encontrar uma ligação entre baixos níveis de vitamina D e doença pulmonar intersticial.

 

A doença pulmonar intersticial (DPI) refere-se a uma série de problemas pulmonares graves que afetam a função desse órgão respiratório.

Esses problemas pioram facilmente e podem causar danos irreversíveis que encurtam a expectativa de vida de uma pessoa.

É por isso que uma equipe da Johns Hopkins Medicine, em Baltimore, vem explorando vários fatores de risco modificáveis ​​para essa condição.

Os cientistas esperam que eles sejam capazes de identificar medidas preventivas viáveis ​​que possam ser implementadas com bastante facilidade.

A equipe foi capaz de verificar que pessoas com níveis baixos a intermediários de vitamina D no sangue estavam mais severamente expostas à DPI do que os pares com níveis recomendados desse nutriente crucial.

Os resultados deste estudo foram publicados ontem no Journal of Nutrition .

 

Baixa vitamina D associada a danos nos pulmões

 

A equipe médica associada de medicina na Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins – e seus colegas revisaram os dados médicos de 6.302 participantes do estudo inicialmente recrutados para o Estudo Multi-Étnico da Aterosclerose .

A maioria desses participantes (53%) eram mulheres e tinha 62 anos, em média. Na coorte, 38 por cento das pessoas eram brancas, 28 por cento eram afro-americanas, 22 por cento eram hispânicas, e os restantes 12 por cento eram descendentes de chineses.

 

Os participantes foram acompanhados por mais de 10 anos, e amostras de sangue foram coletadas em intervalos. Os especialistas procuraram um marcador de vitamina D chamado 25-hidroxivitamina D (25 [OH] D).

Todos os que tinham menos de 20 nanogramas por mililitro de 25 (OH) D no início do estudo eram considerados deficientes em vitamina D – e os números somavam 2.051 pessoas com níveis tão baixos.

Participantes que tinham 20-30 nanogramas por mililitro do biomarcador de vitamina D foram considerados como tendo níveis intermediários da vitamina, e aqueles com 30 nanogramas por mililitro ou mais foram considerados como tendo níveis ótimos de vitamina D.

No início do estudo, bem como em vários pontos durante este estudo, todos os participantes foram submetidos a tomografia computadorizada do coração – uma vez que o estudo multiétnico da aterosclerose estava preocupado principalmente com a saúde cardiovascular – que também mostrava parte dos pulmões desses indivíduos.

 

Após 10 anos da data do registro, 2.668 participantes também foram submetidos a tomografias pulmonares completas que foram analisadas em busca de sinais de lesão pulmonar ou anormalidades.

 

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Os pesquisadores descobriram que aqueles com níveis baixos ou mesmo intermediários de vitamina D tinham um risco maior de mostrar sinais precoces de DPI.

Nós sabíamos que o hormônio ativado pela vitamina D tem propriedades anti-inflamatórias e ajuda a regular o sistema imunológico, que dá errado na DPI“, explicam os especialistas.

“Também há evidências na literatura de que a vitamina D desempenha um papel nas doenças pulmonares obstrutivas, como asma e [doença pulmonar obstrutiva crônica]“, acrescenta ela, “e agora descobrimos que a associação existe com essa forma cicatricial de doença pulmonar também.

‘Vitamina D importante para a saúde dos pulmões’

 

Os pesquisadores observaram que as tomografias de pulmão dos participantes que não tinham níveis adequados de vitamina D mostraram uma maior quantidade de manchas indicativas de tecido danificado, quando comparadas com aquelas de participantes com níveis ótimos de vitamina D.

Esses achados permaneceram válidos, mesmo depois que os pesquisadores ajustaram sua análise para considerar possíveis fatores modificadores, como idade, tabagismo, obesidade ou falta de exercícios regulares.

Além disso, os participantes com deficiência de vitamina D também eram 50% a 60% mais propensos do que os participantes com níveis sangüíneos saudáveis ​​deste nutriente a mostrar sinais precoces de DPI.

 

Prevenção

Trabalhando com a prevenção , como uma grande parcela da população está ainda presa em hábitos não muito saudáveis , orienta-se que faça algumas check-ups dê saúde sempre no mínimo 1 vez ao ano, o SUS tem uma estrutura voltada a atendimentos básicos formada para atender este tipo de necessidade.

 

Com esta estrutura também é coletado dados para que posteriormente vire pesquisas específicas sobre algumas tendências e doenças da sociedade.

 

Não esqueça caso ainda não tenha seu Cartão do SUS é fácil retirar, basta realizar o cadastro pelo site e comparecer munido de documentos em uma unidade cadastradora .

 

Veja mais em nosso post explicando passo a passo como tirar o Cartão SUS .

 

Sugere o estudo que: níveis baixos de vitamina D podem ser prejudiciais aos pulmões

Segundo o estudo pode ser considerar agora que juntamente com o tabagismo e toxinas ambientais, poluição do ar , tão danoso quanto estes citados a falta de vitamina D pode ser extremamente danoso aos pulmões

 

Sabendo que uma doença pulmonar atualmente é uma doença considerada incurável é necessário que sejam feitas mais pesquisas neste campo a fim de comprovação sobre os baixos níveis de vitamina D e a relação com tabagismo por exemplo, afirmam os pesquisadores.

Uma das pesquisas que devem ir a frente é monitorar e aferir se aumentando os níveis de vitamina D no sangue é possível desacelerar os problemas provenientes dê uma doença pulmonar.

Aumentar os níveis de vitamina D é uma medida preventiva fácil, exigindo apenas pequenos ajustes no estilo de vida, como passar mais tempo sob a luz natural do sol e ingerir alimentos ricos nesse nutriente, como peixes gordurosos, como salmão e cavala.

Sintomas de gastrite: Você sofre desse mal? Veja os sintomas e como tratar

Sintomas de gastrite

Não saber identificar os sintomas de gastrite é o principal fator para que as pessoas só consigam um diagnóstico quando já estão em um estágio avançado da doença. Dificultando assim a eficácia do tratamento e a recuperação da saúde do estômago.

Diferente do que muitas pessoas imaginam, a azia não é a única responsável por indicar que você está sofrendo desse mal. De fato, há vários outros sintomas que a doença desenvolve e o mais preocupante é que dificilmente as pessoas os associam à gastrite.

Sintomas de gastrite

Quer saber mais? Então continue a leitura para descobrir os sintomas mais comuns dessa doença, assim como as suas causas e os melhores tratamentos. Confira:

Sintomas de Gastrite

Os sintomas de gastrite podem ser manifestados de diferentes formas no organismo. A intensidade do incômodo variar de acordo com o tipo e estágio da doença que está afetando o paciente. Porém de maneira geral, é possível identificá-las através dos seguintes sinais:

 

  • Dores agudas no estômago;
  • Náuseas e vômitos;
  • Azia;
  • Sensação constante de estômago cheio;
  • Sensação de queimação no estômago;
  • Gases e arrotos frequentes;
  • Indigestão;
  • Inchaço abdominal;
  • Mal-estar geral.

 

Caso o paciente sinta alguns desses sintomas é crucial buscar orientação profissional. Afinal, o diagnóstico de gastrite só pode ser confirmado através de um exame de endoscopia digestiva para verificar a presença da bactéria Helicobacter Pylori e de possíveis inflamações na parede do estômago.

 

Causas da gastrite

É importante destacar que a gastrite não é provocada por um único agente, existem vários fatores que afetam o sistema gastro e o seu funcionamento. Na verdade, deve se analisar o tipo de gastrite que o paciente possui para identificar o agente causador da doença. De maneira geral, elas são os seguintes:

 

Gastrite Aguda

Este tipo é causado pela infecção da Helicobacter Pylori, uma bactéria que se fixa no estômago, destruindo o revestimento das paredes intestinais e causando inflamações.

 

Gastrite Nervosa

Causada pelos níveis elevados de estresse, que alteram o funcionamento gastrointestinal e assim facilitam o desenvolvimento de inflamações no estômago.

 

Gastrite Crônica

Esse tipo de gastrite é provocado pelo uso constante de remédios anti-inflamatórios. O seu tratamento consiste no uso de medicamentos específicos para reduzir o muco intestinal. Principal agente por manter as paredes do estômago desprotegidas contra o ácido gástrico.

 

Gastrite Enantematosa

Apesar desse tipo também aparecer por causa de infecções da bactéria H. Pylori, o consumo excessivo de bebidas alcoólicas é outro fator que causa uma inflamação na camada mais profunda da parede do estômago, visto que o álcool age similarmente aos anti-inflamatórios.

 

Gastrite Eosinofílica

Causada principalmente por doenças autoimunes e o aumento de células imunológicas no estômago.

 

Tratamentos

O tratamento para aliviar e até acabar de vez com os sintomas de gastrite é geralmente feito com um médico gastroenterologista. Após um exame de endoscopia digestiva com resultado afirmativo da inflamação é preciso iniciar um tratamento adequado para o tipo de gastrite apresentada.

Na maioria dos casos, o tratamento mais eficiente é realizar uma reeducação alimentar com uma dieta para gastrite. Um profissional nutricionista será o responsável por criar a rotina de alimentação adequada para cada paciente.

Porém de maneira geral, é recomendado evitar comidas gordurosas e frituras, assim como bebidas alcoólicas, gaseificada e industrializadas. Também é recomendado aumentar a ingestão de frutas e queijos magros e comer em porções menores de 3 em 3 horas.

Os tratamentos naturais indicados para a gastrite são os chás de ipê roxo e de espinheira santa. Assim como, o sumo da couve elaborado a base de água, suco de batata crua e leite desnatado.

Alguns medicamentos específicos para aliviar as dores e principalmente proteger o estômago dos ácidos também podem ser utilizados. Por fim, para a gastrite nervosa é preciso conciliar os tratamentos com o controle do estresse.

A gastrite é uma doença incômoda e perigosa, que pode evoluir para uma úlcera no estômago. Por isso, identificar os sintomas de gastrite e tratá-la da forma mais rápida possível é necessário para evitar problemas maiores.

Ao sentir os sintomas dessa doença, é recomendado buscar o tratamento médico de imediato. Busque alternar a medicação prescrita pelo profissional com métodos mais naturais.  Os remédios são importantes para aliviar a dor, mas não são a única opção para você.

Porque os homens gostam tanto de gozar na boca

“Quero gozar na sua boca?” 

Deixa gozar na boca, deixa!?  Uma frase com as mais variadas respondas!

Mas porque os homens gostam tanto de gozar na boca ?

Basicamente, esta tara vendo do lado do fetiche, do macho alfa, dominante sobre a mulher e da sensação de poder.

Porém, a questão é que nem toda mulher curte a ideia do “grand finale” na boca, essa que tanto excita os homens. Algumas não fazem devido ao gosto e a consistência, outras até por questões psicológicas, como toda a cumplicidade que esse ato envolve e também a imagem de submissão que causa perante ao companheiro.

Pois é, existem ‘n’ motivos que levam algumas mulheres a não gostar dessa prática. No entanto, sexo é troca e experimentar é sempre bom, especialmente quando essa experiência envolve muito prazer. Não é fácil agradar gregos e troianos, mas com jeito e disposição de ambas as partes, é possível aproveitar do melhor que essa prática tem a oferecer.

Afinal, faz mal gozar na boca?

Na verdade, não há estudo que comprove que engolir sêmen faça mal ao organismo. A questão de gozar na boca é o risco de contaminação por bactérias e vírus, como o HIV (AIDS), por exemplo. Por isso é muito importante saber sobre a condição de saúde da pessoa com quem está se envolvendo. Se você não tiver plena certeza, opte por alternativas criativas como fazer sexo oral com camisinha de sabor ou pedir que ele ejacule em outra parte do seu corpo, no rosto ou seios.

E aí, cospe ou engole?

Você já deve ter escutado, pelo menos uma vez na vida, a clássica pergunta: “cospe ou engole?”. Mas, e aí, o que fazer? Bom, cuspir nunca causa uma boa impressão. Não só porque o homem se sente – de certa forma – rejeitado, mas também porque a sensação de cuspir o sêmen não é nada agradável.

Primeiro, é preciso entender que você não é obrigada a engolir caso não queira. Se sentir nojo ou não estiver a vontade, faça como dito acima, use camisinha ou peça para que ele goze em outra parte do seu corpo.

Agora, se estiver disposta a agradá-lo e experimentar deixá-lo gozar na boca, relaxe e siga em frente. Mas, leve em consideração que o gosto do esperma pode variar de acordo com o que o homem comer, então nem sempre o sabor será dos melhores.

Geralmente o homem fica mais sensível pouco antes de ejacular e começa a gemer diferente. Em todo o caso, peça para que ele avise ou faça um sinal quando estiver perto de gozar.

Tenha certeza se quer mesmo deixá-lo gozar na boca. Acredite, a situação pode ser muito constrangedora se não estiver segura sobre isso.

Conversa e fundamental

Conversa com seu parceiro é fundamental e vai poupá-los de problemas depois. Se ele tem essa fantasia de gozar na boca, esteja aberta para ouvir. Se for o caso, você pode negociar uma fantasia por outra, peça para que ele realize alguma que tenha desejo e você retribui deixando que goze na sua boca.

Descubra como não gozar rápido durante o sexo.

Agora, se realmente não existir a possibilidade de você tentar engolir, mostre o seu ponto de vista à ele e mostre que há outras alternativas muito interessantes e igualmente prazerosas. O importante é que nem um dos dois fique frustrado ou acabe fazendo o que não quer.

sair da rotina sexual

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